O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato presidencial, denunciou nesta terça-feira, 21, que a liderança da Polícia Federal opera de forma sistemática contra opositores políticos do governo Lula, utilizando métodos que qualificou como reminiscentes de estruturas autoritárias históricas.
Em suas declarações, o parlamentar apontou que agentes federais estariam desenvolvendo atividades de perseguição política além das fronteiras brasileiras, operando "nas sombras" e contaminando a instituição com práticas que desrespeitam a legalidade. Bolsonaro enfatizou que a Polícia Federal, historicamente responsável pela segurança institucional, teria sido instrumentalizada para fins políticos.
A crítica do senador fluminense insere-se no contexto de crescentes denúncias sobre possível uso da máquina de segurança pública contra membros da oposição. A acusação levanta questões sobre a independência das instituições federais e a aplicação seletiva de investigações por razões político-ideológicas.
O pré-candidato reitera que a instituição perde credibilidade quando orientada por objetivos político-partidários, comprometendo sua missão constitucional de garantir segurança sem viés persecutório. A declaração reforça o posicionamento da oposição sobre interferência governamental nas corporações de segurança.
